SISTEMA VERTICAL MULTIFUNCIONAL (RANABOX)

 

Sistema Vertical Aqüicultura é patenteado pela Ranamig no Brasil e nos mais importantes países do mundo, sendo sua fabricação de inteira exclusividade da mesma.

 

A Ranamig foi premiada pelo 13° Prêmio de Talento da FIEMG, Federação das Indústrias de Minas Gerais com o melhor invento pelo Sistema Vertical Aqüicultura, na época chamado de Sistema Vertical Ranabox.

 

Conforme Registro no INPI 9532754-4

 

“A presente invenção refere-se a um conjunto de bandejas aquáticas autoportantes dispostas verticalmente em até 21  andares. O ambiente de criação é 100% aquático e a alimentação é feita a  lanço, como na piscicultura. Uma rede de  abastecimento fornece  água aquecida, individualmente para  cada bandeja, estimulando o apetite e aumentando  substancialmente, o ganho de peso dos animais.   Um sistema especial de esgoto retira as sujidades do meio líquido através  de um tubo telescópico  externo que atravessa verticalmente todas as bandejas. Quando este mecanismo é acionado, após o   trato digestivo das rãs , as sujidades das bandejas são eliminadas de uma só vez, por gravidade. Para  instalações maiores e mais complexas, o sistema vertical pode ser ligado a uma fonte de tratamento  de água.  Após servida, é filtrada e esterilizada; depois, retorna para a rede de abastecimento formando um circuito fechado. O ambiente criatório é absolutamente higiênico,  sem barulhos ou cheiros  desagradáveis. Para a rede de esgoto segue somente água previamente processada por filtros  biológicos  produzidos pela Ranamig.

 

Mas uma grande invenção como essa, não surge da noite para o dia. Confira como foi a evolução do sistema.

 

Sistema Vertical Ranabox – 1986

 

Construído em compensado naval com portinholas basculantes e fechamento lateral em tela plástica – parte aquática com três bacias de lavar roupa. Regulagem do nível de água com descarga manual através de tubo central em cada bandeja ocupando 25% do ambiente criatório. Alimentação com larvas, minhocas e ração. Sistema de aquecimento externo com cortinas plásticas transparentes. Capacidade de 5 andares com 50 rãs/piso e uma produtividade de 250 rãs/m2. Com piso liso e dimensões de 0,80 x 1,20m era instalado a céu aberto e local ventilado.

 

Sistema Vertical Ranabox – 1987/1988

 

Piso ondulado em 1,80 x 0,90m. Construído com telhas de fibro cimento com portinholas basculantes e fechamento lateral com tela plástica. 30% parte aquática e regulagem de nível de água com descarga manual para cada onda da telha. Alimentação com ração inerte e cocho vibratório com sistema sem fim disposto verticalmente do lado externo do equipamento. Sistema de aquecimento interno com lâmpadas incandescentes. Capacidade de 6 andares com 100 rãs por piso e produtividade de 370 rãs/m2.

 

Sistema Vertical Ranabox – 1990

 

Piso ondulado em 1,20 x 0,96m com modelagem exclusiva para o Ranabox (piscina central). Construído em fibra de vidro com portinholas de correr sustentado por 4 colunas de perfis de alumínio. Parte aquática para 30 a 60% do ambiente criatório. Vibrador com bobina eletromagnética para ração inerte. Sistema de abastecimento de água aquecida externamente. Capacidade de 8 andares com 100 rãs/piso e produtividade de 600 rãs/m2.

 

Sistema Vertical Ranabox – 1995

 

Piso ondulado com bandejas aquáticas autoportantes (piscina central). Modelagem exclusiva para o Ranabox construído em poliestireno de alto impacto com 1,09 x 0,96m com portinholas de correr. Ambiente de criação 100% aquático e alimentação à lanço com ração inerte sem necessidade de vibradores. Descarga automática simultânea para todas as bandejas através de tubo telescópico central. Sistema de abastecimento de água aquecida externamente. Capacidade de 9 andares com 100 rãs por piso e produtividade de 900 rãs por m2.

 

Sistema Vertical Ranabox – 1999

 

Bandejas aquáticas autoportantes construídas em poliestireno de alto impacto e disposta verticalmente em até 15 andares. Ambiente de criação 100% aquático. Alimentação à lanço com ração inerte. Tubo telescópico central para descargas automáticas. Sistema de abastecimento com água aquecida externamente. Capacidade de 15 andares com 100 rãs/piso e produtividade de 1200 rãs /m2.

 

Sistema Vertical Ranabox – 2000/2001

 

Bandejas aquáticas lisas, construídas em poliestireno de alto impacto e dispostas verticalmente encaixadas em uma estrutura de alumínio com 05 pisos, doméstico, 10, 12 e 15  andares. Ambiente de criação 100% aquático. Alimentação à lanço com ração inerte. Tubo telescópico central movido por uma alavanca para descargas automáticas. Sistema de abastecimento com água aquecida externamente. Capacidade de 100 rãs/bandeja e produtividade de até 1500 rãs/m2.

 

Sistema Vertical Aqüicultura – 2004

 

Bandejas aquáticas lisas, construídas em poliestireno de alto impacto e dispostas verticalmente encaixadas em uma estrutura de tubos de PVC. Ambiente de criação 100% aquático. Alimentação à lanço com ração inerte ou com dosador de ração automático. Tubo telescópico externo movido por uma alavanca para descarga manual ou automática. Sistema de abastecimento com água aquecida externamente (opicional) e capacidade de 100 rãs por bandeja com produtividade de até 2000 rãs/m2 em equipamentos de 21 andares.

 

Sistema Vertical Multifuncional – 2006
 
Vantagens do SVM:

 

Espaço físico: atualmente a Ranamig recomenda a montagem do ranário em regime semi blindado, no caso doméstico e 100% blindado no caso comercial. Isso implica na utilização de um cômodo já existente ou a construir que tenha revestimento lavável, sem a necessidade de janelas, circulação de ar ou entrada de luz. Alguns criadores têm utilizado baús de caminhão, containeres e porões. O ar é esterelizado com esterelizadores domésticos. Pode haver apenas uma abertura para se instalar um exaustor comum (ventilador embutido) que promove a retirada do ar usado.

 

Climatização: o ideal é promover um ambiente climatizado com controle de temperatura. Se o ranário é blindado ou semiblindado, é como se fosse sempre verão podendo as rãs reproduzirem e engordarem o ano todo. Utiliza-se aquecedores domésticos à gás para as épocas e regiões mais frias.

 

Canibalismo: é possível a existência de uma ou outra rã agressiva. Nesse caso, basta apenas retirá-la do convívio com as outras. A vantagem do SVA é que todas as rãs ficam ao alcance das mãos, não sendo necessária uma difícil operação de captura.

 

Predadores: como o SVA é totalmente fechado, não há a possibilidade de entrada de predadores naturais. Como o ranário deve ser localizado em um cômodo, deve ser fechado e trancado evitando a entrada de pessoas. Portanto, a segurança é um grande fator de sucesso na utilização do SVA.

 

Manejo: as operações diárias de manejo são extremamente mais fáceis no SVA. Não há problema se estiver chovendo, porque o ranário fica em ambiente fechado. A alimentação, a seleção por tamanho, a identificação de doenças é de simples identificação visual já que o espaço que as rãs ocupam é bastante reduzido estando ao nível dos olhos de uma pessoa qualquer.

 

Investimento: O investimento é muito reduzido em relação aos ranários convencionais, não sendo necessária a execução de grandes obras ou instalações, bastando apenas o investimento no equipamento SVA, nos insumos de produção e no treinamento do tratador.

 

Montagem: de facílima operação, pode ser montado por uma pessoa em apenas 30 minutos. Não é necessário o uso de cola, pregos ou parafusos. O sistema é totalmente encaixado. Acompanha manual ilustrado de fácil interpretação.

 

Auto limpeza: como a tubulação que fornece água para as bandejas é direcionada de forma a promover a circulação em sentido horário, o simples acionamento da água faz com que ela circule e leve as sujeiras derivadas de fezes e peles que as rãs trocam ininterruptamente. Como a tubulação de saída é regulada por uma mangueira o nível de água em cada bandeja permanece constantemente regulado impedindo transbordamentos.

 

As mais recentes novidades (opicionais):

 

- Sistema de Tratamento de Água:
Para o caso de ranários comerciais de maior porte existem duas opções que viabilizam o investimento. Ou se usa água de fonte permanente a custo zero por gravidade ou faz-se o tratamento de água para seu reaproveitamento.

Para o caso de tratamento, são necessários reservatórios superiores e inferiores onde a matéria sólida é retida e descartada e a água seja filtrada, oxigenada e esterilizada.

 

- Circulação Automática de Água: o SVA pode operar com válvulas elétricas que ligam a água promovendo a limpeza automática das bandejas.

 

- Descarga Automática: em fase final de produção, outra novidade é o sistema de descarga automática que permite através de um sistema de pequenos motores e cabos, a descarga de água que permite a limpeza das mangueiras que regulam o nível de água.

 

- Alimentador Automático: em fase final de produção, a grande revolução no sistema é alimentação automática através de um reservatório de ração e um conjunto de tubos alimentadores que a cada acionamento, despejam a quantidade certa para cada bandeja dispensando a necessidade de mão de obra nesse caso.

 

- Programação de tempo: todas as funções automáticas podem ser programadas com o uso de temporizadores permitindo a total automação do sistema, cabendo ao tratador apenas a manutenção do todo e a inspeção criteriosa do plantel para evitar problemas.

 

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